São Francisco do Conde implantou a Sala Municipal de Coordenação e Controle para Enfrentamento da Tríplice Epidemia

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No dia 15 de março, a Secretaria Municipal da Saúde – SESAU, de São Francisco do Conde, implantou a Sala Municipal de Coordenação e Controle para Enfrentamento da Tríplice Epidemia em São Francisco do Conde. Ao todo já são 11 salas implantadas no estado da Bahia, com o objetivo de gerenciar e monitorar a intensificação das ações de mobilização e combate ao mosquito Aedes Aegypti, transmissor da dengue, zika vírus e chikungunya. Além disso, a Sala torna-se grande aliado na execução das ações do Plano Municipal de Enfrentamento à Microcefalia. Esse é o compromisso de São Francisco do Conde com a saúde e com a vida!

A Sala Municipal de Coordenação e Controle para Enfrentamento da Tríplice Epidemia atua com a participação das secretarias de Gabinete – SEGAB, Meio Ambiente – SEMA, Educação -SEDUC, Serviços Públicos – SESP, Agricultura e Pesca -SEAP, Planejamento – SEPLAN, Esportes e Lazer – SECEL, além do Conselho Municipal de Saúde – CMS e todas as diretorias e gerências da SESAU. Os encontros são quinzenais e o próximo está agendado para o dia 20 de abril.

Nas Salas de Situação, as equipes se reúnem regularmente para tratar de ações conjuntas para o enfrentamento e controle dos casos diagnosticados, que incluem desde a identificação de focos do mosquito ao tratamento dos casos confirmados das doenças.

Saiba Mais – A Organização Mundial de Saúde – OMS declarou emergência de Saúde Pública de importância internacional por Zika Vírus no dia 01 de fevereiro de 2016 e o Brasil declarou Emergência Nacional em 11 de novembro de 2015, devido aos numerosos casos de Dengue, Zika e Chikungunya (a denominada tríplice epidemia) diagnosticados de norte a sul do país. Mais recentemente, o diagnóstico dos casos de microcefalia, supostamente relacionados ao Zika Vírus, acendeu ainda mais o alerta vermelho para a necessidade de envolvimento da sociedade no combate ao mosquito. Para o efetivo controle dos numerosos casos identificados na Bahia e no Brasil, se faz necessária uma ação coordenada e parceria entre os governos federal, estadual e municipal, além da participação da sociedade civil como um todo.