PROAP realiza terapia lúdico-interativa com crianças do município

Na última sexta-feira (14), o Programa de Atenção e Acompanhamento Pedagógico e Psicossocial a Estudantes – PROAP realizou uma terapia lúdico-interativa com um grupo de estudantes diagnosticados ou com suspeita de autismo. A ação aconteceu no Estádio Municipal Otávio Junqueira Ayres e proporcionou momentos de alegria e interação entre as crianças, suas famílias e os profissionais do PROAP.

A terapia lúdico-interativa consiste em envolver pais, responsáveis e estudantes assistidos no programa em atividades lúdicas interativas, para uma melhor compreensão sobre a importância do brincar, como fonte de aprendizado sobre o próprio corpo (esquema/imagem corporal) e o outro sobre o mundo; o quanto o brincar estimula a criatividade, o pensamento crítico, a troca de ideias, estimula a regulação emocional, a resolução de problemas; a preparação para a vida adulta”, explicou a subcoordenadora do PROAP, Kécia Alves.

A equipe que desenvolveu a atividade foi formada por assistente social, psicopedagoga, psicólogas, psicomotricista, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, musicoterapeuta, além de contar com a presença da coordenadora, Laís Lima, e da subcoordenadora do PROAP, Kécia Alves. Os estudantes beneficiados, com faixa etária entre 03 e 12 nos de idade, são alunos do Reforço Escolar Tia Leina e estão matriculados na Rede Municipal de Ensino e na Rede Privada.

De acordo com Laís Lima, coordenadora do PROAP, “tal atividade teve também como objetivo estimular a aceitação das diferenças e a importância da inclusão das pessoas com autismo. Foi um momento muito prazeroso, tanto para as crianças atendidas pelo PROAP quanto para as crianças e profissionais do reforço escolar”.

Além de propiciar a integração entre os pais e as crianças, por meio do brincar, fortalecendo o vínculo entre eles!”, disse Kécia Alves. “Vale ressaltar que através do convite da pró Leina, juntamente com sua equipe e suas turmas do reforço escolar, nos foi oportunizada uma interação lúdica maravilhosa com os nossos estudantes que tem TEA, assistidos no programa, mostrando a todos que inclusão é um direito das crianças, não é difícil, basta amar ao próximo e permitir que respeitemos e tratemos uns aos outros como queremos ser tratados!”, finalizou.