SDHCJ realiza a Jornada da Cidadania no auditório do CRAM

Na manhã da última quarta-feira, 31 de janeiro, a Secretaria Municipal de Direitos Humanos, Cidadania e Juventude – SDHCJ, deu início à Jornada da Cidadania, no auditório do Centro de Referência em Atenção à Mulher – Maria Felipa (CRAM). A jornada tem por finalidade capacitar seus servidores e servidoras para que possam acolher, atender e encaminhar a comunidade com maior eficiência e qualidade.

A ideia é que cada servidor saiba o que é a SDHCJ na sua totalidade, que tem por finalidade básica a promoção do pleno exercício da cidadania e a defesa dos direitos inalienáveis da pessoa humana, mediante ação integrada entre a gestão municipal de São Francisco do Conde e a sociedade. Dentre as atribuições da SDHCJ estão a elaboração e fomento às ações que promovem o combate a todos as formas de intolerância e discriminação em razão da idade, cor, raça, gênero, orientação sexual, identidade de gênero, estado civil, crença religiosa e outras condições, além de reconhecer e incentivar o protagonismo juvenil e elaborar projetos voltados à qualificação profissional, emprego e renda.

Para o secretário da pasta, Márcio Junqueira, “a jornada vem com o intuito de aumentar a interação entre os departamentos, auxiliando a transversalização das políticas especiais que compõem a SDHCJ. É um importante mecanismo de reciclagem e aperfeiçoamento para todos os funcionários, tornando os serviços prestados aos usuários, qualificados e coesos”.

O primeiro encontro formativo teve como palestrante o coaching Ricardo Sales, que de forma dinâmica e bem-humorada prestou orientações sobre planejamento, indicadores e o sistema GestorGov, assim deixando a equipe técnica mais esclarecida para dar continuidade aos trabalhos.

“Os indicadores servem para nortear o governo, ele mostra a direção. Na verdade, o indicador é um farol, mas também não adianta você ter um indicador e não saber como alcançá-lo. Você tem que ter metas muito claras, você tem que ter uma equipe trabalhando para que esses indicadores sejam alcançados, você precisa ter uma estrutura para trabalhar, precisa ter orçamento também, embora muitos indicadores não precisem de orçamento, mas, minimamente, um plano de ação concreto, onde a equipe realmente esteja motivada e com comprometimento para que esse indicador seja alcançado. Somente quando o indicador for alcançado é que realmente a gente pode dizer que o governo está funcionando. O indicador realmente tem que ser o caminho a ser trilhado pelo governo”, acrescentou Ricardo.