Secretaria de Cultura realizou Ciclo de Diálogos sobre Cultura e Participação Social para os conselheiros da sociedade civil

Conselheiros da sociedade civil empossados no Conselho Municipal de Política Cultural – COMPOCULT, participaram na manhã da última quinta-feira (11), do Ciclo de Diálogos Sobre Cultura e Participação Social, promovido pela Secretaria Municipal de Cultura – SECULT, no auditório da SEDEC – Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico.

O Ciclo de Diálogos tratou de diretrizes que contribuíssem para a ampliação e desenvolvimento cultural do município, além de conscientizar os conselheiros da sua participação social na colaboração da criação de uma sociedade mais atuante, convicta do seu papel no resgate da cultura do município como forma de reafirmar a sua identidade cultural, além de tratar da importância de criar políticas públicas e culturais capazes de alcançar a sociedade.

Segundo o presidente do Conselho de Cultura de Santo Amaro, Ethelvino Thell Goés Filho, dos 417 municípios baianos, São Francisco do Conde está entre os 68 que já procederam a adesão dos municípios culturais. A presidente acredita que esse processo de construção se dá a partir do momento em que o conselho trabalha em parceria com o poder público, mas para isso, é necessário que todos tenham essa consciência do seu papel e o que se faz necessário para a construção dessas políticas culturais.

A presidente do Conselho Municipal de Cultura, Joelza Menezes, afirmou que o objetivo do Ciclo de Diálogos é uma forma de capacitar os agentes na formação de ideias, na criação do Plano Municipal de Cultura, e, consequentemente, para atuarem na sociedade com agentes transformadores. “A partir do momento que se trata de cultura e das atividades culturais temos que ser fiscalizadores de financiamento, do investimento, manutenção, da fiscalização e fortalecimento da cultura em geral”, afirmou Joelza.

De acordo com a palestrante e especialista em Políticas e Gestão Cultural, Priscila Mendes, os agentes culturais só conseguirão atuar de forma eficaz na sociedade como: na incentivação de eventos, atividades, movimentos culturais, a partir do momento que os conselheiros tiverem a consciência do que é cultura e sua importância na construção de uma sociedade mais democratizada, no processo de ensino-aprendizagem, e deixar de enxergar a cultura como um mero lazer, distração ou uma ação lucrativa. “Um pai só vai incentivar o filho a ir na biblioteca se ele souber a importância do livro na vida do seu filho. Assim como Saúde, Educação e Segurança, a Cultura deve ser priorizada também pelo governo”, declarou Priscila.